Eleotério se despede

O livreiro se despede: Eleotério Burrego está indo para São Paulo, onde vai trabalhar na Livraria e Editora Martins Fontes. São Paulo ganha um grande livreiro. Vai deixar saudade aos poucos bibliófilos curitibanos, que tinham em Eleotério um vendedor com amor genuíno aos livros.


9 comentários

  1. jango
    Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007 – 18:30 hs

    Que 2008 seja pródigo ao Eleutério !

  2. silva sáurio
    Quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007 – 22:55 hs

    é, o Paraná é muito pequeno para o Eleutério, infelizmente !

    Muito sucesso em Sampa e volte algum dia para trazer seus bons livros a esta terra, que aos muito bons expulsa, especialmente aqueles ligados à cultura e a arte !

    Sucesso ao livreiro de Curitiba !!!!!!!!!!!!!

  3. katia
    Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007 – 1:32 hs

    eleotério, tenho certeza que o karam daria a benção…

  4. Denise
    Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007 – 6:48 hs

    Eleotério
    Desejo sucesso em São Paulo.

  5. Eduardo Barra
    Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007 – 11:16 hs

    Eleotério, a sua paixão pelos livros e pelos leitores deixará saudades, mas também muitos frutos em Curitiba.

  6. Geraldo Serathiuk
    Sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007 – 15:47 hs

    Peço para transcrever o comentário do professor Rogério Distefano sobre o nosso querido Eleotério. Acho que resume o sentimento de todos nós. Nota do MaxBlog. É a carta de despedida do Eleotério Burrego, amigo e servidor de nove entre dez bibliófilos de Curitiba. Todos o conhecemos no começo, ainda na Livraria do Chaim, depois na sua própria livraria, aquele projeto ambicioso que ruiu pela concorrência, no ano em que Eleotério, assaltado e espancado, foi milagrosamente encontrado num pronto-socorro, tratado como indigente, à beira da morte. Ultimamente trabalhava na Livraria Guerreiro, que, como a de Eleotério antes, foi a pique diante da concorrência das grandes redes nacionais, instaladas nos shoppings. Vai para São Paulo, onde a Livraria e Editora Martins Fontes reconheceu-lhe a capacidade. Eleotério não é mero vendedor de livros. É o livreiro clássico, amante dos livros e irmão dos bibliófilos. Ser atendido por Eleotério sempre foi uma aventura e um prazer. A aventura do leitor que encontra seu igual, outro devotado pela leitura, alguém que conhece o autor, o livro, as edições – e corre atrás da obra porque sabe o que sente quem a procura. O prazer sempre vem das referências paralelas de Eleotério, que indica obra análoga, correlata, um outro autor. E não poderia deixar de lembrar: a simpatia, a empatia, o tratamento acolhedor e a doçura que Eleotério dispensa a todos, sem exceção, virtudes raras nesta Curitiba de gente esquiva, reservada, desconfiada. Até breve, caro Eleotério.

  7. J. A. REZZARDI
    Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008 – 11:49 hs

    Conversei uma única vez com o Eleotério, por indicação do amigo Rogério Pereira, editor do jornal Rascunho. Foi o suficiente para saber agora a grande perda que Curitiba e o Paraná terão com a ida dele para São Paulo. Tomara que lá ele encontre a paz necessária para continuar a missão terrestre que o enriquece (culturalmente falando) a cada livro vendido ou a cada cliente atendido. Lamento o fechamento da Guerreiro e o desinteresse do mercado livreiro da nossa capital em absorvê-lo.Perdem os cutibanos, ganham os paulistanos. Sucesso e vida lonnnga, amigo! Foi um prazer tê-lo conhecido. Em tempo: Quando for possível, informe o seu e-mail para que possamos continuar comprando… Que 2008 seja o início de um tempo de muito sucesso em sua trajetória por aqui. Alvíssaras! J. A. Rezzardi, de Pato Branco.

  8. João Gustavo Nadal
    Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2008 – 10:47 hs

    Ainda bem que ainda temos o Chaim.

  9. Míriam
    Sábado, 26 de Março de 2011 – 10:59 hs

    SE FOR PARA O TEU BEM , QUE SEJAS FELIZ. AGORA , QUE VAI FAZER FALTA EM NOSSA CAPITA, ISSO VAI. FELICIDADES E VENHA NOS VISITAR….

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